Histórico

Quais foram os primeiros passos?

Primeiramente: Organizar a contabilidade, registrar os Estatutos, fazer os impressos, pagar as contas atrasadas e conseguir uma funcionária para atender ao telefone e fazer o trabalho de cadastrar doadores. Em segundo lugar, preparar os impressos de doação para assinatura dos parentes e os primeiros 100.000 folhetos pedindo doação de órgãos, conscientizando as pessoas. Durante muitos anos distribuímos e cadastramos os doadores, fornecendo-lhes em Cartão do Doador. Outro desafio foi solicitar apoio na imprensa para divulgar as Campanhas de doação na TV, Rádio, Jornais, Outdoor, cartazes e folhetos. As despesas de manutenção, folha de pagamento, contabilidade, impressos foram doadas integralmente pela Cannes Publicidade e Editora Quatro Ltda, durante mais de 10 anos. Os transplantes cresciam aos poucos. De 14 por ano começaram chegar a 100 por ano. Cada ano mais funcionários chegavam e eram contratados e treinados no Banco de Olhos de Sorocaba-SP, para trazer a experiência para a FUBOG.

Como cresceu o volume de enucleações?

Foi organizado um livro vermelho que continha um termo de parceria do Hospital. Este ficava na enfermagem central dos 8 maiores hospitais de Goiânia. Quando surgia uma autorização, o Termo de Doação era preenchido. Eram contatados os parentes do doador, e estes assinavam aquele livro que continuava no Hospital. Foi conseguido também, com o então Governador Henrique Santillo, a montagem de uma unidade no IML 24 horas para aumentar a captação. Uma abordagem que funciona até hoje. Neste período chegamos a ter unidades nos IML de Itumbiara, Rio Verde, Anápolis, Ceres, Catalão, Luziânia e Formosa. Embora, a partir de 2014, tenha aumentado nosso trabalho nos hospitais de Goiânia, ultimamaente esta captação tem aumentado bastante.